Questionáveis seres que habitam a minha memória,
Sujeitos da minha inconsciente crítica árdua,
Que mesmos criaram e recriaram nos imperfeitos ensejos,
Meras aparições que um dia deixaram de ser ilusões,
Ininteligíveis como poucos, hábitos de instinto cheios,
Desapareceram no fundo de tantas mágoas e decepções
que foram da minha infância, meus sonhos, meus anseios e meus desejos...